Dinheiro Vivo/TSF

Seguradoras querem portugueses a pagar fundo sísmico

Joana Petiz (Dinheiro Vivo) e Hugo Neutel (TSF)09h00 — 09 Dezembro 2019

Mais de 20 mil mortos, 50 mil feridos e 100 mil desalojados. É a estimativa usada pelos especialistas do Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) para dar ideia dos efeitos dramáticos de um sismo semelhante ao de 1755 acontecer hoje em Portugal. E se os efeitos se antecipam devastadores - sobretudo nas regiões dos Açores e do Algarve, onde as famílias estão mais desprotegidas -, a possibilidade de acontecer um grande terramoto é um problema bem real. Um que José Galamba de Oliveira, presidente da Associação Portuguesa de Seguradores, está empenhado em antecipar, tornando o Fundo Sísmico uma prioridade na próxima legislatura.

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