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A tarefa "surreal" de ir ao supermercado em Wuhan

Catarina Maldonado Vasconcelos com Beatriz Morais Martins, TSF09h59 — 11 Fevereiro 2020

João Pedrosa, o português que decidiu ficar em Wuhan, a cidade chinesa epicentro do coronavírus, conta que, 15 dias depois, saiu de casa, para se abastecer dos mantimentos em falta. Foi ao supermercado e comprou o suficiente para mais duas semanas, mas a tarefa do quotidiano ganhou contornos excecionais. "Havia gente no supermercado. Há controlo de temperatura à entrada, e quase todos funcionários estão vestidos com fatos completos, como os médicos que também vemos na televisão", diz à TSF.

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